DEPRESSÃO DISTIMIA E ESTRESSE

I ) OBJETIVO

O objetivo dessa matéria é alertar um contingente grande de pessoas, que sofrem de alterações de comportamento em função do estresse, da distimia e da depressão.

Vamos procurar no decorrer de nossa exposição estabelecer comparação entre eles, abordando as implicações e as conseqüências relativas à perda da qualidade de vida.

Convém salientar que, não vamos nos aprofundar no assunto por tratar-se de matéria médica, caso os sintomas mencionados tenham correlação com as atitudes de alguém que você convive ou conhece, nossa matéria servirá de alerta para a visita a um MÉDICO ESPECIALISTA NA ÁREA para um diagnóstico preciso e o tratamento respectivo.


Estaremos nos fixando na apresentação de dicas de alimentação, forma de viver e remédios naturais,
utilizados na prevenção e eventuais cura, entretanto devem ser considerados como coadjuvantes do tratamento oficial. Faremos a partir de agora um breve relato do significado de cada um deles.

 

II) ESTRESSE

Em decorrência, do ritmo de vida acelerado atualmente somos submetidos a esforço e tensão acima dos limites normais. A doença ocorre quando as situações estressantes são contínuas e o organismo

começa a sofrer com reações químicas constantes e sucessivas, sem que haja tempo para o descanso erepouso necessários, para eliminação dessas substâncias prejudiciais ao organismo.

Em função desse quadro, as pessoas são conduzidas a crises emocionais, responsáveis pela implantação do estresse. Podemos citar dentre as inúmeras causas, três que são básicas: a frustração, o medo e o alto nível de exigência que envolve a vida profissional, os negócios, e os estudos.

Ocasionando uma inversão de valores do ter pelo ser, isso implica em doenças, mortes e conseqüente perda da qualidade de vida e da felicidade, felicidade essa que só obtemos seguindo ao criador e não a criatura.

O estresse pode tomar diversas formas e contribuir para sintomas de doenças variadas como:dores de cabeça, insônia, resfriados, diarréia, irritabilidade, desânimo, dificuldade de concentração, comer demais ou não comer, mãos e pés frios que transpiram mais que o normal, raiva, tristeza, ficam mais sensíveis a problemas respiratórios, a problemas estomacais, ansiedade, depressão, problemas cardíacos, obesidade ou perda de peso, hipertensão arterial, diabetes, diminui o apetite sexual pela queda do nível de hormônios, provoca dificuldades para engravidar, podendo ainda desencadear distúrbios psíquicos como síndrome de depressão e pânico.

 

III ) DISTIMIA OU TRANSTORNO DISTÍMICO

O termo distimia tem sua origem na Grécia Antiga faz parte do conceito de melancolia que significa mau humor, atinge hoje no mundo cerca de 180 milhões de pessoas.

Manifesta-se na maioria das vezes em jovens abaixo dos 25 anos, em sua maioria solteira, sua incidência é duas vezes maior nas mulheres, mas pode acometer também crianças e adolescentes.

Trata-se de uma forma crônica e incapacitante de depressão, provoca alterações do humor e transtorno de personalidade.

Como veremos a seguir, levando o ser humano a uma sensível redução da qualidade de vida. A ausência de tratamento pelo desconhecimento da doença aumenta os riscos de um transtorno depressivo maior.

A doença não deve ser subestimada, pois o portador corre um risco 30% maior de desenvolver quadros depressivos graves.

Sintomas:

Os distímicos são críticos ao extremo só enxergam o lado negativo das pessoas, das coisas e do mundo. Em geral são sarcásticos, rabugentos, exigentes, queixosos e emburrados vivem com fisionomia carrancuda, de constante mau humor são de difícil relacionamento.

Apesar do transtorno conseguem manter um relacionamento social relativamente estável, mas essa estabilidade é relativa.

Muitas vezes essas pessoas são conhecidas na convivência do dia a dia, por dar shows de mau humor, falar alto e com agressividade, ofender as pessoas, provocando até medo pelas reações grosseiras.

Está confirmado que essa doença tem sido causa de inúmeras mortes no meio da população, múltiplos fatores contribuem para o aparecimento como: hereditariedade, predisposição, temperamento, forma de viver, convivência familiar entre outros fatores.

A distimia é de difícil constatação para leigos, por se manifestar na adolescência ou no inicio daidade adulta, sendo facilmente confundida com o jeito de ser da pessoa.

Em crianças muitas vezes manifesta-se por irritabilidade e mau humor, já em adolescentes observa-se atendência de viver isolado, são rebeldes, irritadiços, abusam de álcool, cigarro e outras drogas acreditando que esses meios podem acalma-los.

Tendem a colocar sempre a culpa dos problemas causados nas outras pessoas, e no geral são depouca conversa.

As pessoas aprendem a viver irritadas acreditam que se trata de um traço de sua personalidade e que os problemas são imutáveis, não costumam procurar ajuda a não ser quando a doença evolui para um quadro depressivo grave.

 

Se você conhece ou convive com alguém assim abra os olhos da pessoa, mesmo que tenha dificuldades para isso, ela normalmente não aceita estar doente, não desista, insista, persista até conduzi-la a um médico especialista.

Deverá ser tratada com medicamentos antidepressivos, associados à terapia.

Poderá ser auxiliada por uma mudança de hábitos de vida e uma alimentação natural balanceada.

Mais adiante iremos fornecer dicas de tratamento natural.

 

IV ) DEPRESSÃO

Depressão significa tristeza trata-se de alteração marcante no estado emocional e no animo dapessoa.

Exemplificando de maneira simples podemos entender que, nosso cérebro é formado de células chamadas neurônios que se comunicam através de moléculas chamadas neurotransmissores.

Os quais quando não funcionan como deveriam, levam a pessoa a distúrbios físicos, emocionais e mentais devido a um estado de profunda tristeza.

A depressão acomete pessoas em qualquer faixa etária, porém é duas vezes mais comum nas mulheres e idosos.

Pesquisas revelam que 72% das pessoas com transtorno depressivo demoram em média onze meses parabuscar ajuda e apoio profissional.

Por não acreditarem que dores de cabeça, dor nas costas, distúrbios gastrointestinais e várias outras dores sejam sintomas depressivos.

Pesquisas médicas mostram que quanto mais tempo demoram em serem tratadas as chances de recuperação total diminuem.

Existem ainda as pessoas que são suscetíveis de depressão sazonal ,que entram em crise quando há mudança de tempo.


Sintomas

Os sintomas são variados, chegam a confundir até profissionais de saúde, no entanto alguns são mais evidentes como: falta de energia cansaço exagerado mesmo com pouco esforço físico, tristeza profunda e persistente choram por qualquer coisa ou não choram por nada, é uma doença de extremos, provoca ansiedade ou sensação de vazio.

Sentimento de culpa, inutilidade ou desamparo, perda de interesse pela vida, ou prazeres, insônia, despertar matinal precoce, sonolência excessiva, perda ou excesso de apetite ou peso, idéias de morte ou suicídio, inquietação, irritabilidade, dificuldades para concentrar-se nos estudos e no trabalho incapacidade de decisão.

Sintomas físicos persistentes sem diagnóstico, transformam coisas corriqueiras do dia a dia em problemas sérios por nada.

Depressão é uma doença de corpo inteiro não só do cérebro, a pessoa se sente pesada, lenta, ou com agitação improdutiva, com dores no corpo, dores de cabeça, fibromialgia, alteração do ritmo intestinal, da digestão, alteração da pele, cabelos, unhas, alterações do sono, baixa a resistência a infecções, aumenta a chance de infarto, derrame e diabetes etc.

 

Causas da depressão

Predisposição genética, depressões anteriores, personalidade perfeccionista, detalhista, distimia, situações difícies, desgastantes, frustrantes, perda de pessoa querida, de dinheiro, de posição profissional ou social, aposentadoria, gravidez, parto, menopausa, síndrome do pânico, apnéia obstrutivado sono, dores crônicas, fibromialgia etc.

 

Tratamento

É feito por médico especialista pode ser tratada com remédios antidepressivos que não são calmantes nem estimulantes.

Não causam dependência física nem psíquica, eles agem na correção do metabolismo dos neurotransmissores.

Além da medicação o tratamento deve ser acompanhado de terapia para surtir melhores efeitos, para que se possa observar os efeitos positivos do tratamento o período varia de duas a seis semanas.

 

V ) CONCLUSÃO

Pudemos perceber pelos três estudos apresentados, que se tratam de situações preocupantes e que devem ser levadas a sério e tratadas o mais rápido possível.

Observamos ainda que, o estresse mesmo sem ser considerado uma doença, se não for tomado providências pode desencadear uma série de doenças graves e levar a depressão.

Já os distímicos apresentam uma depressão suave, porém crônica que pode desencadear também inúmeras doenças graves, inclusive mortes prematuras.

E finalmente a depressão a mais complicada e que deve ser tratada já nas primeiras fases para que haja possibilidade de uma cura completa.

Complementando esse trabalho, queremos apresentar nossas dicas de tratamentos naturais, para estress, distimia e a depressão.

Favor clicar no link: nossa seção de DICAS E SUGESTÕES.

Bibliografia:
Folha Equilíbrio – Jornal Folha de São Paulo
Matéria Globo Repórter –2004-
Livro: Vida Longa de João Vaz Jr.
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